União Proteção Veicular

Proteção contra roubo, furto,
colisão e desastres naturais.

As principais dicas sobre direção defensiva

Não importa se você usa o carro no trabalho ou nos finais de semana: enfrentar o trânsito da cidade ou da rodovia sempre traz alguns riscos. Portanto, o denominador comum de todo motorista é chegar ao destino com segurança, sem quaisquer circunstâncias imprevistas. Os motoristas nem sempre reconhecem corretamente as necessidades do tráfego, ou seja, concentração, personalidade alegre e compreensão do entorno. Dirigir com segurança pode ser a diferença entre sofrer um acidente e evitar riscos. Principalmente para as empresas, é preciso estar atento a esse assunto. Manter a integridade dos funcionários e usuários da frota corporativa é uma obrigação e também pode reduzir significativamente multas, combustível e custos com sinistros. Pensando na sua segurança e bem-estar, e diante de um tema tão importante como a direção defensiva, viemos trazer informações essenciais para que você domine definitivamente esse tema. Fique com as principais dicas sobre direção defensiva!   Nunca tire as mãos do volante Sempre mantenha as mãos no volante e evite removê-lo para outra coisa que não seja para mudar de marcha. Em tempos de perigo, você deve ser capaz de manobrar rapidamente para evitar colisões ou outros acidentes.  Portanto, não use o telefone nem fique perto de outros objetos, para que suas mãos não possam realizar as atividades que você está realizando. Também é comum usarmos GPS ou outros aplicativos de posicionamento em nossos smartphones para nos ajudar a chegar ao nosso destino. Portanto, é necessário desenvolver o hábito de se preparar antes de entrar no carro e nunca usar o celular enquanto dirige. De acordo com a legislação, os equipamentos de acesso ao GPS devem ser instalados no para-brisa.   Atente-se aos equipamentos de segurança Adquira o hábito de usar o cinto de segurança ao entrar no veículo, antes mesmo de dar a partida. Certifique-se também de que todos os ocupantes façam isso. As estatísticas de tráfego mostram que essa simples ação tem um grande impacto nas perdas causadas pelo acidente. Ninguém quer sair de casa para sofrer um acidente de trânsito, mas é melhor estar seguro do que se arrepender. Portanto, mantenha os itens de segurança em boas condições. Por exemplo, os cintos de segurança, freios, pneus sobressalentes e triângulos de aviso de todos os ocupantes devem ser verificados regularmente. Para frotas da empresa, itens de segurança devem ser incluídos na seleção do melhor veículo para sua empresa. Ao se preocupar com a saúde e segurança dos motoristas, você garante melhor qualidade no atendimento, o que trará retorno financeiro para a empresa.   Sempre mantenha uma distância segura de outros veículos Um dos tipos de acidentes mais comuns é uma colisão traseira. Geralmente, é o resultado de uma prática de direção que não considera a distância entre os veículos. Isso pode parecer óbvio, mas muitas pessoas acreditam que podem tomar medidas oportunas para evitar acidentes. Acontece que quando o carro atual freia, o motorista do carro seguinte tem um tempo de reação natural para perceber e ser capaz de agir. Portanto, por melhor que seja o seu freio, ele acabará sendo ativado após alguns centésimos de segundo, o que pode ser a diferença entre um freio seguro e um acidente. Portanto, preste atenção à distância que você deve manter com o veículo da frente. Lembre-se, em caso de emergência, você precisa de espaço suficiente para estacionar e evitar colisões.   E aí, o que achou das principais dicas sobre direção defensiva? Pensando em ajudar sempre o motorista em qualquer âmbito surge a União Proteção Veicular, uma das maiores associações de proteção veicular do Sul do Brasil. Sem fins lucrativos, a associação Administra fundos para que cada associado esteja amparado com cobertura, assistência e proteção de seus bens automotores, além de diversos benefícios sem custos adicionais. Além de tudo, a União Proteção Veicular disponibiliza auxílio em tempo integral através de sua Assistência 24 horas, que pode ser contatada, sem custos, pelo seguinte número: 0800 770 5583. Tá esperando o que pra fazer parte desse time? Clique aqui e conheça a União Proteção Veicular.

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Entenda como funciona a lei que multa motoristas com som alto

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou e passou a valer desde e dia 1º/11/2016, a multa de R$ 195,23 para quem for flagrado com o som alto no carro, ou “audível do lado externo do veículo”. A nova norma é uma espécie de auxílio aos órgãos fiscalizadores para coibir os abusos de quem vive com o som a todo volume, mas é polêmica porque dispensa aparelhos confiáveis de medição do volume. A norma nº 624 determina a autuação do condutor que for pego com som automotivo audível pelo lado externo do veículo, com volume ou frequência que perturbe o sossego público, em vias terrestres de circulação. Antes dela, para penalizar o motorista, o agente deveria medir o volume, utilizando um aparelho chamado decibelímetro, para confirmar se o som estava dentro do limite permitido por lei. O aceitável era de até 80 decibéis a uma distância de sete metros, e de 98 decibéis, a um metro. Agora, como define o texto da resolução, condutores flagrados “com som automotivo audível pelo lado externo do veículo, independente do volume ou frequência, e que perturbe o sossego público, em vias terrestres de circulação” podem ser penalizados. Nesse caso, o agente de trânsito deverá registrar, no campo de observações do auto de infração, a forma de constatação do fato. A ação será considerada grave e acrescida de mais cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), conforme estabelece o art. 228 do Código de Trânsito Brasileiro. A medida faz exceção a ruídos produzidos por buzinas, alarmes, sinalizadores de marcha a ré, sirenes pelo motor e demais componentes obrigatórios do próprio veículo. Também não estão incluídos na decisão, os veículos prestadores de serviço com emissão sonora de publicidade, divulgação, entretenimento e comunicação, desde que estejam autorizados por órgão ou entidade competente, além de veículos de competição e os de entretenimento público, que estejam permitidos a utilizar o som específico em locais apropriados ou de apresentação estabelecidos pelas autoridades competentes. Em Joinville, o novo texto tem gerado desconforto entre lojistas e donos de veículos. O motorista Jeferson Felipe, de 24 anos, tem um som potente instalado sobre o porta-malas do carro. — Temos que tomar mais cuidado agora, mas acho q não vai mudar muito o comportamento. Temos que que continuar normalmente, pois essa decisão parece uma palhaçada para arrecadar dinheiro — diz o motorista. Segundo ele, o som do veículo deve ser usado com consciência. — Vou continuar usando, mas tomando mais cuidado (para não exceder o limite) — diz. Para a dona de uma loja de som automotivo, Jéssica Pereira, a nova regra é frágil porque não define parâmetros específicos e claros quanto à multa. — E se vários carros estiverem passando e quem estiver fiscalizando se enganar? Até o som que sai de fábrica nos veículos é alto e pode gerar a multa. É preciso ter bom senso — diz. Ela faz parte de grupos de donos de lojas que estão se mobilizando para tentar reverter ou dar mais clareza ao texto. A Polícia Militar de Santa Catarina já está orientando seus agentes para que multem de acordo com o que diz o texto. Ainda não há casos de multas que tenham gerado dúvida ou questionamentos em Joinville. Segundo o tenente-coronel Jefferson Schmidt, a multa será emitida sempre que o policial perceber a irregularidade ou que haja uma denúncia anônima devidamente constatada. Como é – Fica proibida a utilização, em veículos de qualquer espécie, de equipamento que produza som audível pelo lado externo, independentemente do volume ou frequência, que perturbe o sossego público, nas vias terrestres abertas à circulação Como era – A utilização, em veículos de qualquer espécie, de equipamento que produza som só será permitida, nas vias terrestres abertas à circulação, em nível de pressão sonora não superior a 80 decibéis, medido a 7 metros de distância do veículo Fonte: Contran (Conselho Nacional de Trânsito)

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