União Proteção Veicular

Proteção contra roubo, furto,
colisão e desastres naturais.

União Proteção Veicular faz testes de covid-19 em colaboradores

A iniciativa faz parte das medidas preventivas e nenhum colaborador está contaminado. — A União Associação de Proteção Veicular realizou, no dia 10 de junho, testes para detecção do novo coronavírus em seus colaboradores. Os exames foram feitos a partir de amostras coletadas na sede da União, em Joinville. Após análise em laboratório, foi possível constatar que não há colaboradores contaminados com o novo coronavírus.  A iniciativa faz parte de uma série de medidas focadas na proteção e prevenção para o combate à pandemia. Tais cuidados também incluem disponibilidade de álcool em gel para higienização constante das mãos, obrigatoriedade do uso de máscaras e orientações para o distanciamento social e não compartilhar objetos pessoais.  Para proteger o associado também precisamos nos proteger! A União é uma das maiores associações de proteção veicular do sul do Brasil. É reconhecida pela credibilidade e respeito aos associados, oferecendo cobertura e assistência em casos de roubo, furto e colisão, e demais riscos com automóveis. “Prevenção e proteção está no nosso DNA. Sabemos que para proteger o associado, dar o suporte que ele precisa, precisamos também cuidar dos nossos colaboradores”, completa Eduardo Dada, diretor. Todos os cuidados são essenciais para que os associados continuem recebendo uma proteção de qualidade neste momento. São ações que impactam não só na saúde dos colaboradores, como de seus familiares e toda sociedade.

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União do Bem – CAFI África

Você associado junto a União do Bem podem contribuir mensalmente para o projeto CAFI África. O CAFI é uma Associação com sede em Burkina Faso, no oeste africano. Criada por brasileiros a associação desenvolve ações para prestar assistência a crianças, jovens e mulheres em situação de risco social, com ênfase no atendimento emergencial aos meninos  garibous. Então para você associado que já se cadastrou no nosso projeto União do Bem, fica o registro abaixo de todas as crianças que estão recebendo a sua colaboração, fazendo assim com que eles tenham uma melhor qualidade de vida, saúde e educação. Se você  associado ainda não faz parte, clique aqui e faça já o seu cadastro, garantindo assim que parte da sua associação vá para este ou para um dos projetos cadastrados na União do Bem.

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Como a proteção veicular vai me ajudar durante uma crise econômica?

Em momentos de crise, é importante buscar formas de proteger seus bens e evitar prejuízos. Por isso, cuidar do seu carro é indispensável, e com proteção veicular fica muito mais fácil. Entenda. — Enquanto enfrentamos a pandemia do Coronavírus, já podemos sentir seus efeitos na economia. Com o clima de incertezas, então, muita gente está revendo o planejamento financeiro e cortando custos. Quando assunto é a proteção do seu automóvel, pode surgir a questão: é despesa ou investimento? Se você está com dúvidas sobre os custos do seu carro, comece analisando os planos de coberturas que possui e avalie os riscos aos quais estará exposto caso fique sem amparo na hora de um imprevisto. Vale a pena considerar: O que acontece se eu bater meu carro?  O carro é importante na rotina do brasileiro. Além de ser um dos principais meios de locomoção para trabalho, compras e urgências, é também mais seguro durante um contexto de pandemia, por ser um meio de transporte individual.  Mas a medida que o carro é usado, sua exposição a riscos de colisão se torna maior. Os custos com reparos podem variar muito. Pesquisas apontam que o valor desembolsado para reparar carros com os tipos de batidas mais comuns fica em uma média de 3 mil reais.  E se eu danificar o carro de um terceiro? Se você bater o seu carro e não contar uma reserva ou plano para o conserto, eventualmente ainda consegue esperar até juntar um dinheiro para arrumar. Mas, se você causar um acidente e bater em outro veículo? Quando falamos em danos a terceiros, a situação é mais séria. É importante lembrar que em um acidente de trânsito, as vítimas têm o direito de pleitear reparações junto ao causador da colisão. Elas podem buscar ressarcimento pelos danos sofridos, e, portanto, é obrigação do responsável cobrir os custos. A tendência no aumento de roubo de carros Casos de roubo ou furto são uma grande preocupação para quem possui um automóvel, pois, além dos danos financeiros, são situações que causam muito sofrimento.  Este ponto é ainda mais preocupante quando se trata de uma crise econômica. Especialistas apontam que em situações de crise, os altos índices de desemprego refletem também no aumento da criminalidade.  A tendência é de que crimes contra a propriedade, como furtos e roubos entrem em ascensão. Relatórios de segurança já apontam práticas de roubo de carros para compensar queda na venda de drogas. Por que proteção veicular é uma boa opção? É um momento em que precisamos de soluções que atendam reais necessidades das pessoas. A proteção veicular é um bom exemplo disso, e se torna cada vez mais popular no mundo por ser uma opção muito mais acessível.   Ela oferece suporte para furto/roubo ou perda total, cobertura contra terceiros, guincho, chaveiro, troca de pneus, assistência técnica 24h, carro reserva entre outros benefícios que garantem a tranquilidade para quem quer preservar seus bens e evitar prejuízos. O processo de adesão da proteção veicular não considera fatores que normalmente tornam mais caros os planos de cobertura para automóveis, como: Não tem análise de perfil ou histórico do condutor; Não faz análise de CPF no SPC/SERASA; Não vai aumentar o valor da mensalidade após um sinistro. Isso tudo colabora para que mais pessoas tenham o direito de proteger seu automóvel, especialmente em momentos de crise, onde as despesas devem ser estratégicas.  Outras vantagens Além de oferecer todos os benefícios citados acima, a União Associação de Proteção Veicular conta com o clube de vantagens. São descontos de até 70% em farmácias, clínicas médicas e laboratórios para que você cuide também da sua saúde.  As vantagens para os associados também conta com convênios em lojas online, oferecendo diversos descontos para compras de roupas, eletrodomésticos, móveis, e diversos itens.  A União é uma das maiores associações de proteção veicular dos sul do Brasil, e é também filiada à AAAPV (Agência regulamentadora de APVs), sendo uma instituição altamente confiável sempre pronta para prestar suporte aos associados.  Quer saber mais sobre os planos e coberturas de proteção veicular? Receba uma simulação e veja com será mais fácil manter seu carro protegido com a União.   Clique aqui.  

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Tudo graças a você

Com o apoio dos associados via projeto da União do Bem, a União associação conseguiu auxiliar a AMA de Jaraguá do Sul. Adquiriram materiais importantes para seu dia-a-dia: 1 celular que serve para recados e comunicação com os pais, 1 microondas que auxilia no preparo dos alimentos, livros sobre autismo e práticas inclusivas, Palestra com a Dra. Tabita Tomelin médica psiquiatra com o tema “Meu filho é autista e agora?”. Todo esse material adquirido foi graças a você!   Se você ainda não é associado da União associação de proteção veicular e quer fazer pate dessa corrente do bem venha para União, entre em contato ou preencha um formulário e faça uma simulação.  

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Painéis do Brasileirão divulgam “Proteção Veicular é Legal”

Milhões de pessoas que assistiram as disputas do Brasileirão neste domingo (17) viram a campanha. Via: AAAPV – com informações de ANDREW SIMEK As disputas entre Grêmio x Flamengo e Corinthians x Internacional, exibidas em toda a rede nacional no último domingo (17), deram maior amplitude para a campanha “Proteção Veicular é Legal”, estrelada pelo craque Zico. Isso porque a AAAPV (Agência de Autorregulamentação das Entidades de Autogestão de Planos de Proteção Contra Riscos Patrimoniais) contratou painéis de LED e fixos que ficam em campo, e os jogos foram transmitidos tanto pela Rede Globo quanto pelo Premiere. Outros programas, como o Jogo Aberto, da TV Band, repercutiram momentos da partida e mostraram, em bom ângulo, a publicidade. “Recebemos inúmeras mensagens e fotos de pessoas que viram o anúncio e agora estão se questionando sobre o que é o mercado e como ele favorece a população brasileira”, comentou o presidente da AAAPV, Raul Canal. A CAMPANHA Além de estar em redes sociais por todo o Brasil e nas revistas de bordo das companhias aéreas LATAM e GOL, a campanha da AAAPV também ganhou os corredores do Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek e diversas rotas da capital federal.

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Associação de proteção veicular como mecanismo de inclusão social

Jéssica Walter Nurnberg Advogada da Kern & Oliveira Advogados Associados OAB/SC 49.907 – jessica@ko.adv.br Publicado em: notisul.com.br Com o crescimento econômico, o sonho de possuir um automóvel, seja um carro, uma motocicleta ou um caminhão, tornou-se realidade para muitas pessoas. Ocorre que, adquirir um veículo, o qual, na maioria das vezes, é o único bem da família, ou até mesmo, a ferramenta de trabalho desta, traz conforto, mas também traz preocupações. Além de existirem gastos com IPVA, combustível e manutenções, surge, ainda, a dúvida na escolha de um meio de proteger o veículo de situações como furtos e acidentes. Atualmente, as associações de proteção veicular vem sendo uma grande ferramenta de inclusão social do público excluído pelas seguradoras, os quais somente conseguiram proteger os bens adquiridos através das associações, em razão dos preços e condições de aceitação oferecido por elas. Isso porque as seguradoras estabelecem mecanismos de seleção de riscos não exigidos pelas associações, tais como, não aceitar clientes com restrições cadastrais, não aceitar veículos acima de dez anos de uso, não aceitar veículos importados acima de cinco anos de uso, exigir que o segurado seja o único motorista do veículo, determinar fatores para cálculo de risco, como a idade do condutor (menores de 26 anos possuem perfil de alto risco), se possui garagem em casa e no trabalho, e, ainda, o histórico de acidentes anteriores. São muitos fatores exigidos, e dependendo destes, as seguradoras recusam o veículo, ou, quando é aceito, fazem cálculos de riscos, e o prêmio a ser pago extrapola a capacidade econômica do cliente, principalmente no caso do caminhoneiro, que além de impossibilitar a contratação do seguro, dificulta a exploração autônoma do transporte de carga. Diante das dificuldades encontradas para a proteção de seus veículos, somados ao aumento da crise de segurança pública, o próprio público recusado pelas seguradoras buscaram alternativas de proteção veicular. Formada por um grupo de pessoas com o mesmo objetivo, qual seja, proteger seus veículos com um custo baixo, as associações promovem esta assistência por meio de contribuições e rateios mensais feitos pelos associados, dividindo o prejuízo destes, tendo como base o associativismo, o mutualismo e o princípio da livre associação. Além de proteção veicular em casos de acidentes, roubos e furtos, assistência 24 horas ao veículo cadastrado, serviços de guincho, de chaveiro, táxi, hospedagem e carro reserva, as associações contam também com benefícios e parcerias com diversas empresas, concedendo descontos em postos de combustíveis, cursos preparatórios, clínicas médicas, lojas de acessórios veicular, rastreador, serviços gerais para residências, auxílio jurídico, além de realizar eventos sociais para crianças carentes. Verifica-se, portanto, que as associações de proteção veicular foram constituídas como um instrumento de inclusão social daqueles não aceitos pelas seguradoras, a fim de trazer segurança e economia financeira aos seus associados.

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7 DICAS SOBRE MANUTENÇÃO DOS FREIOS

Devo quebrar as bordas das pastilhas para reduzir o chiado? E o disco, faço uma retífica? Existe manutenção preventiva dos freios? Por: Diogo de Oliveira Fonte: Revista AutoEsporte Manter o sistema de freios em dia costuma ser tarefa simples. Via de regra, o manual do proprietário contém todas as informações técnicas e basta verificar os componentes a cada revisão, o que ocorre normalmente em intervalos de até 10 mil quilômetros. Mas é comum que surjam imprevistos, incômodos e até a oferta de serviços quando você leva o carro à oficina. O mais corriqueiro é a retífica do disco, que promete recuperar o componente a um valor acessível — custa menos da metade de um disco novo. Será que funciona? Segundo Leandro Vanni, engenheiro de serviços da rede DPaschoal, “se o serviço for necessário e a espessura (do disco) permitir a retífica, o ganho de frenagem vai compensar”. Na prática, a retífica elimina sulcos irregulares da superfície do metal, o que aumenta o ponto de contato com as pastilhas e torna a frenagem mais eficaz. A prática, porém, é controversa. Camilo Adas, conselheiro de tecnologia e mobilidade do futuro da SAE Brasil, só recomenda a retífica se a superfície estiver realmente irregular, e, ainda assim, diz que depende do caso. “Se houver trinca por carga térmica, por exemplo, pode ser pior”, alerta. Outro artifício comum é quebrar as bordas das pastilhas quando o conjunto (mesmo novo) apresenta chiado. A solução, porém, não é recomendada por Raulincon Silva, coordenador de assistência técnica da Cobreq, fabricante de pastilhas. “A solução não funciona com todos os carros e vai reduzir a área de contato das pastilhas com os discos, aumentando também o desgaste do componente”, explica. Confira abaixo sete dicas valiosas sobre manutenção dos freios: Troca de pastilhas: São as primeiras peças verificadas. Se estiverem gastas ou vitrificadas, é recomendado substituir imediatamente. E não se deve quebrar as bordas da face de contato. “Mais de 80% das reclamações é sobre ruídos. A solução (de quebrar as bordas) pode atenuar, mas não funciona com todos os modelos e o desgaste das pastilhas será maior”, salienta Raulinson Silva, coordenador de assistência técnica da Cobreq. Retífica de disco: Só vale fazer se a superfície estiver irregular. E deve-se observar a espessura do componente. Se estiver próximo do limite, a recomendação é substituir. No caso de trincas, substitua. “A retífica pode criar um desgaste maior. Fazer o serviço a cada troca de pastilha é uma grande bobagem”, alerta Camilo Adas, conselheiro da SAE Brasil. Trocar tambor por disco: Não é recomendado, exceto em carros de competição. Serviços feitos de forma inadequada também representam um risco de segurança, já que o veículo precisa ser testado e deve passar por ajustes. Essa troca modifica o comportamento dinâmico do carro e o resultado precisa ser conhecido em frenagens. A complexidade e o custo não compensam a mudança, que ainda pode atrapalhar a venda posterior do veículo. Peças paralelas: É bom evitar. O baixo custo pode seduzir, mas todo cuidado é pouco. “A recomendação é comprar sempre peças originais. É um custo/benefício bem perigoso. Hoje em dia, discos e pastilhas são certificados pelo Inmetro. Tem que buscar uma política de garantia clara dos componentes que serão instalados e do profissional que vai executar o serviço”, reforça Leandro Vanni, engenheiro da DPaschoal. Manutenção preventiva: Não existe quando se fala dos discos, pastilhas ou tubos de borracha. Ou os componentes precisam de substituição imediata, ou ainda estão bons para uso. Isso é determinado pelas espessuras dos discos e pastilhas. No caso das borrachas, quanto ao ressecamento mediante análise por técnico especializado. Prazo de revisão: O proprietário deve fazer uma inspeção visual e tátil dos discos, bem como a espessura das pastilhas – a rigor deve ser superior a meio centímetro. Fluido de freio: Também se deve ficar atento a ruídos anormais ou mudanças na sensibilidade e altura do pedal de freio. Isso pode ser um sinal de que o nível do fluido de freio está baixo. Por isso, ao abrir o capô, é importante observar a situação do fluido, que cai conforme o desgaste das pastilhas aumenta. Fora da garantia, é possível que a substituição precise ser feita anualmente. Isso varia de acordo com a utilização e graduação do fluido (DOT) escolhido pelo proprietário. Esse fluido tem propriedade higroscópica. Ou seja, tende a absorver umidade do ar — e essa água compromete sua eficiência, exigindo a sangria total e substituição.

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Exigência de simulador para obter CNH deixa de valer a partir de 16 de setembro

Começa valer a nesta segunda-feira (16) a Resolução 778, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que define mudanças no processo de formação de motoristas. Entre as alterações, estão a que torna facultativo uso de simulador para a expedição da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e a que reduz de 25 para 20 horas o número de aulas práticas para a habilitação da categoria B. O documento define também que a exigência de aulas noturnas diminui para 1 hora/aula prática tanto para a categoria A (moto) quanto categoria B (carro). Antes era de 20% sobre o total da carga horária. Outra mudança, é o aumento da validade da CNH que passa a ser de dez anos. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, disse que as mudanças visam reduzir a burocracia na retirada da CNH e diminuir os gastos do cidadão para obtenção da habilitação. “As aulas de simulador têm um custo diferente, mas dá para estimar que a gente vá ter uma redução de até 15%. A ideia é deixar que o mercado defina isso.” O ministro ressaltou que não há comprovação sobre e eficácia do simulador na preparação do motorista. “O simulador não tem eficácia comprovada, ninguém conseguiu demonstrar que isso tem importância para formação do condutor. Nos países ao redor do mundo, ele não é obrigatório, em países com excelentes níveis de segurança no trânsito também não há essa obrigatoriedade. Então, não há prejuízo para a formação do condutor”, disse o ministro durante entrevista ao anunciar as mudanças em junho passado. Fonte: Agência Brasil

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Proteção Veicular pagou R$ 2,04 bi em indenizações

Em 2018 ocorreram algo em torno de 400 mil atendimentos pelo sistema mutualista. Em 2018 ocorreram algo em torno de 400 mil atendimentos pelo sistema mutualista, desde um simples reboque até uma perda total por colisão, roubo, furto ou incêndio. Foram pagos R$ 2,04 bilhões em indenizações mediante trabalho executado por cerca de 4.600 cooperativas e associações com ticket médio de 1.500 placas, variando 500 automóveis para as menores a 100 mil entre as de maior vulto. Tendo como base nesses números a Agência de Autorregulamentação das Entidades de Autogestão de Planos de Proteção Contra Riscos Patrimoniais (AAAPV) ressalta que na hora de escolher qual a melhor forma de proteger o seu veículo é muito comum aparecerem dúvidas quanto a contratar a proteção veicular ou o chamado seguro tradicional. Recomenda que por isso, o melhor é consumidor se informar como funciona todas as opções oferecidas tanto pelas seguradoras quanto pelas associações e cooperativas de proteção veicular e analisar todos os itens antes da contratação. “Muitos proprietários de veículos não sabem quais são as diferenças entre seguro e proteção veicular. Por isso, a melhor forma de decidir por um ou por outro é se informar sobre as vantagens e desvantagens de cada um e qual é a melhor opção para o seu perfil”, ressalta a entidade. A AAAPV reuniu informações sobre seguro e proteção veicular para ajudar os motoristas a escolherem o que melhor atenderá às suas necessidades. A proteção veicular é um sistema de rateio, onde o associado assina um Contrato de Responsabilidade Mútua, dividindo os riscos com os demais participantes de uma forma direta, como os custos dos sinistros (roubo, furto, colisão, reboque, chaveiro, etc). Todos os sinistros são cobertos pelo dinheiro arrecadado com o fundo criado pela associação ou cooperativa. Caso algum associado enfrente algum tipo de contratempo coberto pelo contrato, o ressarcimento é feito de forma direta. O segmento oferece os mesmos benefícios que as seguradoras tradicionais, como assistência 24 horas, cobertura contra acidentes, roubo e furto, serviço de chaveiro, alagamentos, mecânico, indenizações a terceiros e guincho, entre outros. E, ao contrário do seguro tradicional, a proteção veicular não tem variação no preço da adesão em função da localização do bem, da idade ou sexo do condutor. O valor da adesão pago varia em função apenas do valor do veículo. As associações e cooperativas trabalham com pagamento mensal, sem que haja uma renovação obrigatória, o que torna as mensalidades mais baratas quando comparadas ao seguro tradicional, tornando-as mais atrativas. Só no Rio de Janeiro a procura pela proteção veicular aumentou 22% em 2018 comparado ao ano anterior. Já o seguro trabalha com contrato anual, com valores que variam de acordo com as características do veículo e o perfil do condutor. Essa diferença impacta diretamente nos valores cobrados, fazendo com que na prática, o seguro seja mais caro que a proteção veicular. Objetivos da Proteção Veicular “As associações e cooperativas que atuam no segmento de proteção veicular têm como objetivo o auxílio mútuo de seus associados e cooperados em relação à segurança e conservação de seus veículos. De um modo geral, essas entidades são constituídas e amparadas pelo Código Civil Brasileiro e Constituição Federal (art. 5º, XVII CF) e seu funcionamento é totalmente legal, responsabilizando-se solidariamente de conformidade com os princípios do associativismo e cooperativismo embasados na Lei Federal 5.764/7”, explica Raul Canal, presidente da AAAPV. Explica que muitos consumidores pensam que a proteção veicular é recente, mas não é. As primeiras associações direcionadas para esse fim surgiram na década de 1980, em Minas Gerais, quando caminhoneiros se juntaram e criaram um sistema de ajuda mútua, o rateio. Embora ainda não seja regulamentada, a proteção veicular não é ilegal. “O segmento de proteção veicular não está no mercado para competir com as seguradoras, mas sim para atender o público na qual não se encaixa no perfil exigido por elas. Atualmente, no Brasil mais de dois milhões de pessoas contam com esse tipo de proteção e mais de 125 mil empregos são gerados”, ressalta o presidente da AAAPV Segundo Raul Canal, a AAAPV está trabalhando junto ao Poder Legislativo, onde acompanha três projetos de Lei Ordinária e um de Lei Complementar na Câmara e um de Lei Ordinária e outro de Lei Complementar no Senado. “Junto ao Poder Executivo, temos trabalhado no Ministério da Economia, no Ministério da Justiça e, sobretudo , junto à Susep (Superintendência de Seguros Privados). Interferimos como amicus curiae em quase quatrocentas ações civis públicas junto ao Poder Judiciário. Além disso, temos buscado o diálogo com a Advocacia Geral da União e com o Ministério Público Federal.” Agência de Autorregulamentação das Entidades de Autogestão de Planos de Proteção Contra Riscos Patrimoniais (AAAPV) A AAAPV é a principal entidade representativa do setor associativista. Fundada em maio de 2016, não tem fins econômicos, mas sim o compromisso de fortalecer o movimento associativista e suas relações com a sociedade, além de contribuir para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do país. Atualmente são 216 filiadas à AAAPV, mas somadas representam mais de 40% das placas protegidas. Conteúdo publicado originalmente em: monitordigital.com.br

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