União Proteção Veicular

Proteção contra roubo, furto,
colisão e desastres naturais.

PRINCIPAIS MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA MOTORISTAS PROFISSIONAIS

Utilizar um veículo automotivo como meio ou instrumento de trabalho, seja ele carro, moto, ônibus, caminhão ou van, é bem diferente de apenas usá-lo como meio de transporte.  É preciso ter ainda mais cuidado com a segurança, manutenção e a capacidade do motorista, por exemplo.  Afinal, trata-se de um condutor que passa muito tempo do seu dia dirigindo o veículo, seu ofício é também responsável por outras vidas. Assim, condutores que utilizam essa prática como principal fonte de renda e carreira devem atentar-se com as medidas de segurança mais eficazes para garantir o bem-estar do passageiro e demais pessoas no trânsito. Dessa maneira, hoje viemos falar sobre as principais medidas de segurança que devem ser tomadas por motoristas profissionais!   Possíveis distrações Cuidado com o excesso de distrações e interferências. Atualmente, a disponibilidade de funções móveis tornou-se um problema durante a condução. Não use ou manuseie equipamentos eletrônicos enquanto o veículo estiver em movimento, pois sua atenção deve estar totalmente voltada para a estrada. Os motoristas de táxi e motoristas de aplicativos como o Uber também devem ter cuidado para não obstruir sua visão porque seus telefones são fixos.   Saúde do motorista Quando você precisar lidar com quaisquer problemas ou pendências que mereçam sua atenção, estacione o veículo em um local seguro. Além de outros fatores que podem causar problemas de saúde para os motoristas profissionais, dirigir um veículo por um longo período também pode causar LER (Lesões por Esforços Repetitivos). Entre as principais causas estão: Ruído: pode causar doenças nos aparelhos auditivos ou até mesmo problemas mentais. Aumento da temperatura e ventilação insuficiente: distúrbios circulatórios, insolação, erupção na pele, cãibras e desidratação. Poluição: a exposição prolongada à poluição resultante da queima de combustíveis pode afetar o sistema respiratório. Ademais, atente-se ao tempo que você passa dirigindo sem intervalo.  Recomenda-se que, a cada duas horas, ou quando surgir a necessidade, o motorista faça pausas para descansar e recompor suas energias. Isso deve incluir alongamento e relaxamento, uma alimentação saudável e bastante hidratação. Além disso, o motorista profissional também deve dar atenção a: Uso de medicamentos: alguns remédios influenciam na capacidade de dirigir e a concentração. Postura: faça o ajuste correto entre você, o banco e o volante, você passa muito tempo do seu dia na mesma posição, garanta que ela seja saudável para seu corpo. Bebida alcoólica: nunca ingira bebidas alcoólicas antes de assumir a direção de um veículo. Leis de trânsito Conhecer as leis e sinalizações de trânsito é obrigação e dever de todo motorista, no caso do motorista profissional nem se falta falar. Saber como se portar em uma via é essencial para a segurança de todos, afinal todos os outros motoristas da via esperarão que você adote determinado comportamento condizente com a situação e a legislação de tráfego. Além disso, atentar-se às leis ajuda a melhorar o trânsito e evita o risco de multas.   E aí, o que achou das principais medidas de segurança para motoristas profissionais? Ao seguirmos todas essas recomendações, valorizamos o pensamento coletivo e nos preocupamos com a população como um todo! Seguindo essa mesma lógica surge a União Proteção Veicular, uma das maiores associações de proteção veicular do Sul do Brasil. Sem fins lucrativos, a associação Administra fundos para que cada associado esteja amparado com cobertura, assistência e proteção de seus bens automotores, além de diversos benefícios sem custos adicionais. Além de tudo, a União Proteção Veicular disponibiliza auxílio em tempo integral através de sua Assistência 24 horas, que pode ser contatada, sem custos, pelo seguinte número: 0800 770 5583. Tá esperando o que pra fazer parte desse time? Clique aqui e conheça a União Proteção Veicular.

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PRINCIPAIS DICAS PARA MOTORISTAS INICIANTES

A insegurança de motoristas novatos é comum em qualquer lugar, mas não se engane! Em alguns casos, mesmo as pessoas mais experientes passarão por essa situação. Então, para os recém-chegados: não se desespere antecipadamente, você não está sozinho! Acredite no que aprendeu e aprenda a respeitar seu processo de desenvolvimento. Em primeiro lugar, você deve primeiro manter a calma. A tensão só vai atrapalhar você, e todos que o seguem sabem que você está aprendendo. Além disso, não importa o quão ruim seja o primeiro comentário sobre seu estilo de direção e dicas de “especialistas”, tente priorizar o que você aprendeu e acredite em seu potencial. Pensando em você, motorista iniciante, e em suas dificuldades e inseguranças, que listamos as 3 melhores dicas que certamente o ajudarão a dirigir com confiança e segurança. Confira! Treine bastante Dirigir sempre seu carro e entender suas características o ajudará a pilotar com mais segurança e confiança. Afinal, a prática lhe dará uma melhor compreensão de como funciona e como agir em situações adversas. Rotas conhecidas também contribuem para essa segurança, mas como reagir quando isso não for possível? Quanto mais você se permitir praticar outros destinos, mais rica será sua experiência. Além disso, a melhor maneira de aprender e ter confiança em seu desempenho é continuar atuando. Pode parecer difícil no início, mas aos poucos você vai pegando o jeito. Afinal, se você for um bom motorista em sua própria rota, com certeza terá um bom desempenho em outras rotas. Atente-se aos retrovisores e espelhos O uso correto dos espelhos e retrovisores ajudará você a visualizar a estrada e reduzirá significativamente a chance de acidentes. Ajustando o espelho retrovisor da maneira errada fará com que parte do caminho se torne um ponto cego. Se eles não forem ajustados corretamente, você não será capaz de perceber veículos nas pistas adjacentes e pode não ser capaz de evitar possíveis problemas. Portanto, é imprescindível checar o posicionamento antes de sair com o carro. Cheque se o carro está todo nos conformes Tente evitar acidentes desagradáveis ​​que estejam ao seu alcance. Em primeiro lugar, certifique-se de trazer seus documentos e documentos do veículo. Verifique se o veículo está adequado: água, óleo, combustível, posicionamento e pneus. Caso contrário, tente padronizá-lo o mais rápido possível, ou procure ajuda imediatamente de acordo com a situação. Afinal, mesmo que você esteja no início de sua vida de motorista, sua carteira de habilitação ainda não é definitiva! Por essas razões, evite problemas futuros para os quais você pode não estar preparado. E aí, o que achou das 3 principais dicas de segurança para motoristas iniciantes? Sabemos que no início não é nada fácil manter a calma e inseguranças no controle. Os motoristas que veem o iniciante devem se atentar e respeitar seu aprendizado, afinal todos já passaram por essas etapas. É um pensamento coletivo que funciona em prol da segurança de todos! Pensando nessa segurança surge a União Proteção Veicular, uma das maiores associações de proteção veicular do Sul do Brasil. Sem fins lucrativos, a associação Administra fundos para que cada associado esteja amparado com cobertura, assistência e proteção de seus bens automotores, além de diversos benefícios sem custos adicionais. Além de tudo, a União Proteção Veicular disponibiliza auxílio em tempo integral através de sua Assistência 24 horas, que pode ser contatada, sem custos, pelo seguinte número: 0800 770 5583. Tá esperando o que pra fazer parte desse time? Clique aqui e conheça a União Proteção Veicular.

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Dicas de como agir em caso de acidentes de trânsito sem feridos

O Brasil conta com uma enorme frota de veículos automotivos nas ruas, gerando um grande tráfego que se vê principalmente nos grandes centros urbanos. Nesse cenário, infelizmente, ocorrem também muitos acidentes de trânsito, causando grandes prejuízos aos motoristas, e pior, muitas vezes custando suas próprias vidas. Segundo dados do relatório do DPVAT, pesar da queda de 13% em relação a 2019, o trânsito brasileiro segue extremamente violento. No total, 310.710 compensações foram pagas em 2020. Além disso, embora os motoristas ainda sejam as principais vítimas, 41% do total são compostos de passageiros e pedestres, que se envolveram no acidente, por ocorrências envolvendo carros, motos, ônibus ou caminhões em ruas, estradas e rodovias do país. Em casos de acidentes, os momentos logo após o ocorrido fazem grande diferença se o caso vai se agravar ou não, e na maioria das vezes as pessoas não sabem como reagir a um acontecimento como esse, pois nunca esperam que vá ocorrer com elas. Entretanto, nosso foco hoje não é falar de acidentes com lesões ou ferimentos.  Hoje vamos falar de dicas de como agir caso você esteja envolvido em um acidente de trânsito sem feridos!   Segurança em primeiro lugar   Em caso de acidentes de trânsito sem feridos, recomenda-se em primeiro lugar que se removam os veículos da via, caso eles estejam em condições. De acordo com o artigo 178 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), as pessoas envolvidas no acidente devem retirar seus veículos para garantir um trânsito tranquilo e seguro. Caso contrário, o condutor pode ser autuado com uma infração de natureza média.  No entanto, se o veículo estiver em um estado em que não possa ser movido, também é recomendável usar luzes de advertência e triângulos de segurança para alertar o acidente de trânsito tanto quanto possível.   Chame as autoridades   Em qualquer caso, seja ele grave ou não, é necessário contatar a polícia Militar pelo número 190, ou a Guarda Municipal pelo número 153 para se deslocarem até o local e fazerem registro do ocorrido.   Converse com calma   Depois de tudo isso, especialmente no caso de um acidente sem vítima, costuma haver uma situação muito complicada: um diálogo para verificar a causa do acidente.  Se o motorista envolvido no incidente tiver bom senso, é provável que a situação seja resolvida rapidamente, sem complicações. O ideal é que os motoristas cheguem num consenso sobre a realidade dos fatos, para que injustiças não ocorram. Anote os dados do motorista e do veículo, e peça um número de telefone para contato, é importante verificar este número no momento para saber se ele é realmente verdadeiro.   Vá até uma delegacia e registre o boletim de ocorrência   É importante registrar um Boletim de Ocorrência (BO), que deve registrar os fatos descritos pelas partes e testemunhas envolvidas.  Ele será usado para procedimentos de compensação em tribunal posteriormente. O Boletim de Ocorrência pode ser feito na Delegacia Especial ou no site do departamento responsável pelo transporte.   Embora possa parecer simples, qualquer pessoa que já passou por um acidente de trânsito sabe que no calor do momento a situação é outra. Também vale a pena mencionar a importância de ativar sua associação de proteção de veículos! Diante dessa situação, surgiu uma das maiores associações de proteção veicular do sul do Brasil, a Associação Sindical de Proteção Veicular. Organização sem fins lucrativos, a associação administra fundos para que, além de oferecer diversos benefícios gratuitos, também ofereça cobertura, assistência e proteção de bens automotivos a cada associado. Além disso, a União Proteção Veicular também oferece assistência em tempo integral por meio de sua assistência 24 horas. Você pode entrar em contato com o serviço gratuitamente ligando para o seguinte número: 0800 770 5583. O que você está esperando para fazer parte deste time? Clique aqui para saber mais sobre a União Proteção Veicular.

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Dicas para proteger seu veículo de assaltos e furtos

Atualmente no Brasil, as ocorrências relacionadas a roubos e furtos de veículos tem aumentado exponencialmente. Proteger seu veículo para se prevenir desse tipo de delito nunca foi tão importante no dia a dia do cidadão brasileiro. Segundo levantamento realizado pelo jornal Folha de São Paulo, no Brasil ocorre aproximadamente 1 roubo ou furto por minuto! Somando mais de 1440 carros roubados diariamente. Num país em que um carro é roubado por minuto, é impossível não ser abalado pelo fantasma da insegurança, visto que uma ocorrência dessas pode acontecer a qualquer instante, quando menos se espera. Afinal, um veículo automotivo é um bem de valor elevado. Como posso fazer para diminuir os riscos de perder esse investimento de valor tão alto para a atividade criminosa? Se você tem essa dúvida, veio ao lugar certo! Hoje falaremos sobre algumas dicas para que você proteja seu veículo de assaltos e furtos, diminuindo as chances desse tipo de ocorrência.   Não esqueça de travar as portas   Apesar de ser uma constatação óbvia, para proteger seu veículo contra roubos e furtos muitas vezes essa prática passa despercebida. Isso não acontece por descaso, mas principalmente pelo próprio esquecimento. É de suma importância que se verifique se trancou as portas adequadamente.  Se você estacionou o carro, desceu, e no meio do caminho para seu destino não se lembra se trancou o veículo ou não, não hesite e volte para conferir. Essa prática pode evitar enormes dores de cabeça futuramente.   Feche as janelas   Grande parte dos furtos de veículos ocorrem pelo fato de se deixar as janelas abertas, outra determinante que pode acontecer em casos de esquecimento. Essa atitude decorre muitas vezes do fato de estarmos com passageiros que não conhecem o carro e acreditam que as janelas se fecham sozinhas. Essa diferenciação de modelos de carros, que são automáticos ou manuais nesse quesito, abre uma margem muito grande para um furto. Por isso, atente-se! Todo cuidado é pouco quando estamos falando de bem tão valioso.   Instale um sistema de alarme antifurto   Apesar de ser um custo adicional, proteger seu veículo contra roubos e furtos pode evitar um prejuízo imenso. E o não emprego de um alarme parafraseia muito bem o ditado em que “o barato sai caro”. Recomenda-se a instalação de um sistema de alarme sonoro antifurto que seja visível da parte de fora do veículo, provavelmente o criminoso vai evitar seu automóvel pela simples presença do alarme. Ele é projetado para emitir um som audível de grandes distâncias, que além de alertar pessoas de uma grande área, assusta, e muito, o assaltante.   Essas foram as dicas para proteger seu veículo de assaltos e furtos! Apesar de serem bastante óbvias, essas são as medidas com maior potencial de evitar que você perca seu automóvel. Entretanto, mesmo tomando todos esses cuidados, seu veículo ainda pode estar em sérios perigos. Assim, surge a União Proteção Veicular, uma das maiores associações de proteção veicular do Sul do Brasil. Sem fins lucrativos, a associação administra fundos para que cada associado esteja amparado com cobertura, assistência e proteção de seus bens automotores, além de diversos benefícios sem custos adicionais.   Não vai querer ficar de fora dessa, não é? Clique aqui e fale com um de nossos consultores.

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Os melhores perfis do Instagram para apaixonados por carros

Você vai #curtir essa seleção! O Instagram é uma das redes sociais que caiu nas graças dos brasileiros durante os últimos anos. Os motivos são vários: com fotos e vídeos podemos compartilhar e acompanhar novidades entre amigos, familiares, artistas e marcas. Além disso, podemos dar boas risadas e ver conteúdos interessantes sobre temas com os quais temos afinidade. Por aqui, é claro, somos apaixonados por carros. Abaixo listamos alguns perfis que fazem sucesso e são imperdíveis para quem curte esse assunto! Será que você já conhece algum deles? Confira: @união.protecaoveicular Com certeza, este é um perfil que a gente recomenda! Na página oficial da União Proteção Veicular, você acompanha dicas, novidades e tudo o que temos feito por nossos associados. #DáUmLike   @exoticsjoinville O @exoticsjoinville mostra carros exclusivos encontrados nas ruas de Joinville, Santa Catarina. As postagens são feitas com a colaboração dos seguidores.  Na mesma pegada também existe a página @exoticosblumenau.   @supercarsofcuritiba Este perfil publica flagras dos melhores carros esportivos e exóticos que rodam em Curitiba – Paraná. O @supercarsofcuritiba tem mais de 12 mil seguidores e faz maior sucesso. @placadoscarros Quer ver curiosidades sobre os carros que circulam por aí? O @placadoscarros mostra dados sobre emplacamentos de veículos esportivos, luxuosos e raros no Brasil.    @zueiradoscarros As piadas que você recebe no whatsapp com certeza vieram desse perfil. O @zueiradoscarros  é “o local onde a zueira não tem limite”. @top_paredoes E se o seu negócio é humor + carros + som automotivo, a indicação é essa: @top_paredoes. Vários carros, muitas piadas e diversas interações com os seguidores.   @navedosonhos Por fim, e não menos importante, o @navedosonhos publica clicks de carros rebaixados, modificados, modelos exclusivos, e boas piadas para alegrar seu dia.   Agora conta pra gente: tem algum perfil do Instagram para apaixonados por carros que você gosta e ficou de fora dessa lista?  Manda pra gente aqui nos comentários.  Até a próxima, valeu!

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Como saber se uma associação de proteção veicular é confiável?

Planos de proteção veicular são uma ótima alternativa para contar com cobertura caso seu carro sofra algum dano como roubo, furto, perda total ou colisão – tudo com um preço mais justo e processos menos burocráticos. Porém, apesar de ser muito comum em diversos países, no Brasil essa modalidade ainda está se tornando popular.  Tudo que é novidade gera dúvidas. Ainda mais quando o assunto é proteção do seu automóvel, a preocupação na hora de escolher uma associação que vai realmente te dar suporte na hora que você precisar é válida! Mas, você sabia que existem mecanismos que regulamentam as associações e certificam sua credibilidade? Também existem alguns pontos que você pode avaliar e podem te ajudar a saber mais sobre a procedência da associação. Confira abaixo!   1) AAAPV (Agência de Autorregulamentação das Entidades de Autogestão de Planos de Proteção Contra Riscos Patrimoniais) Na hora de escolher sua associação, procure saber se ela é filiada à AAAPV. Essa é a principal entidade representativa do setor associativista. Fundada em 4 de maio de 2016, não tem fins econômicos. Tem como princípio atender aos requisitos legais aplicáveis, buscar a satisfação de seus associados, colaboradores e partes interessadas e alcançar a melhoria contínua dos processos, produtos e serviços de proteção veicular no Brasil. Saiba mais em: http://www.aaapv.org.br/   2) Procure informações sobre a associação Comece pelo Google! Visite o website da associação e veja se ela é acessível e fornece informações completas. Procure saber sua história, há quanto tempo ela está ativa, quantos associados tem e em que cidades está. Observe bem o cuidado e profissionalismo em manter seus associados informados, quais atividades realiza na comunidade e os benefícios que oferece.   Considere também a tabela de valores! A Proteção Veicular tem como grande diferencial o preço, porém, desconfie se o valor estiver muito abaixo das demais.  Muitas vezes isso vai influenciar na qualidade do serviço prestado. Procure saber também quais são os prestadores de serviço autorizados da associação, como mecânicos, guinchos, chaveiros, etc.   3) Procure indicações e fale com os associados Caso você tenha a oportunidade, converse com um associado para saber como é a experiência e se ele já precisou dos serviços da associação.  Caso você não conheça um associado, outra forma de saber o que estão falando é observar os depoimentos deixados em canais de comunicação como redes sociais e Google. Vale a pena ver se há elogios ou reclamações, entender os motivos das manifestações e até mesmo observar como a associação atende. Sabia que a União tem uma página dedicada a relatos de associados e terceiros que já precisaram de suporte? https://www.uniaopro.org.br/depoimentos/   Gostou das dicas? A União Proteção Veicular é uma das maiores associações do sul do Brasil, e este legado foi conquistado com muito respeito ao associado.  Converse com nosso atendimento e tire suas dúvidas sobre nossas coberturas e valores! Clique aqui.

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Proteção Veicular pagou R$ 2,04 bi em indenizações

Em 2018 ocorreram algo em torno de 400 mil atendimentos pelo sistema mutualista. Em 2018 ocorreram algo em torno de 400 mil atendimentos pelo sistema mutualista, desde um simples reboque até uma perda total por colisão, roubo, furto ou incêndio. Foram pagos R$ 2,04 bilhões em indenizações mediante trabalho executado por cerca de 4.600 cooperativas e associações com ticket médio de 1.500 placas, variando 500 automóveis para as menores a 100 mil entre as de maior vulto. Tendo como base nesses números a Agência de Autorregulamentação das Entidades de Autogestão de Planos de Proteção Contra Riscos Patrimoniais (AAAPV) ressalta que na hora de escolher qual a melhor forma de proteger o seu veículo é muito comum aparecerem dúvidas quanto a contratar a proteção veicular ou o chamado seguro tradicional. Recomenda que por isso, o melhor é consumidor se informar como funciona todas as opções oferecidas tanto pelas seguradoras quanto pelas associações e cooperativas de proteção veicular e analisar todos os itens antes da contratação. “Muitos proprietários de veículos não sabem quais são as diferenças entre seguro e proteção veicular. Por isso, a melhor forma de decidir por um ou por outro é se informar sobre as vantagens e desvantagens de cada um e qual é a melhor opção para o seu perfil”, ressalta a entidade. A AAAPV reuniu informações sobre seguro e proteção veicular para ajudar os motoristas a escolherem o que melhor atenderá às suas necessidades. A proteção veicular é um sistema de rateio, onde o associado assina um Contrato de Responsabilidade Mútua, dividindo os riscos com os demais participantes de uma forma direta, como os custos dos sinistros (roubo, furto, colisão, reboque, chaveiro, etc). Todos os sinistros são cobertos pelo dinheiro arrecadado com o fundo criado pela associação ou cooperativa. Caso algum associado enfrente algum tipo de contratempo coberto pelo contrato, o ressarcimento é feito de forma direta. O segmento oferece os mesmos benefícios que as seguradoras tradicionais, como assistência 24 horas, cobertura contra acidentes, roubo e furto, serviço de chaveiro, alagamentos, mecânico, indenizações a terceiros e guincho, entre outros. E, ao contrário do seguro tradicional, a proteção veicular não tem variação no preço da adesão em função da localização do bem, da idade ou sexo do condutor. O valor da adesão pago varia em função apenas do valor do veículo. As associações e cooperativas trabalham com pagamento mensal, sem que haja uma renovação obrigatória, o que torna as mensalidades mais baratas quando comparadas ao seguro tradicional, tornando-as mais atrativas. Só no Rio de Janeiro a procura pela proteção veicular aumentou 22% em 2018 comparado ao ano anterior. Já o seguro trabalha com contrato anual, com valores que variam de acordo com as características do veículo e o perfil do condutor. Essa diferença impacta diretamente nos valores cobrados, fazendo com que na prática, o seguro seja mais caro que a proteção veicular. Objetivos da Proteção Veicular “As associações e cooperativas que atuam no segmento de proteção veicular têm como objetivo o auxílio mútuo de seus associados e cooperados em relação à segurança e conservação de seus veículos. De um modo geral, essas entidades são constituídas e amparadas pelo Código Civil Brasileiro e Constituição Federal (art. 5º, XVII CF) e seu funcionamento é totalmente legal, responsabilizando-se solidariamente de conformidade com os princípios do associativismo e cooperativismo embasados na Lei Federal 5.764/7”, explica Raul Canal, presidente da AAAPV. Explica que muitos consumidores pensam que a proteção veicular é recente, mas não é. As primeiras associações direcionadas para esse fim surgiram na década de 1980, em Minas Gerais, quando caminhoneiros se juntaram e criaram um sistema de ajuda mútua, o rateio. Embora ainda não seja regulamentada, a proteção veicular não é ilegal. “O segmento de proteção veicular não está no mercado para competir com as seguradoras, mas sim para atender o público na qual não se encaixa no perfil exigido por elas. Atualmente, no Brasil mais de dois milhões de pessoas contam com esse tipo de proteção e mais de 125 mil empregos são gerados”, ressalta o presidente da AAAPV Segundo Raul Canal, a AAAPV está trabalhando junto ao Poder Legislativo, onde acompanha três projetos de Lei Ordinária e um de Lei Complementar na Câmara e um de Lei Ordinária e outro de Lei Complementar no Senado. “Junto ao Poder Executivo, temos trabalhado no Ministério da Economia, no Ministério da Justiça e, sobretudo , junto à Susep (Superintendência de Seguros Privados). Interferimos como amicus curiae em quase quatrocentas ações civis públicas junto ao Poder Judiciário. Além disso, temos buscado o diálogo com a Advocacia Geral da União e com o Ministério Público Federal.” Agência de Autorregulamentação das Entidades de Autogestão de Planos de Proteção Contra Riscos Patrimoniais (AAAPV) A AAAPV é a principal entidade representativa do setor associativista. Fundada em maio de 2016, não tem fins econômicos, mas sim o compromisso de fortalecer o movimento associativista e suas relações com a sociedade, além de contribuir para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do país. Atualmente são 216 filiadas à AAAPV, mas somadas representam mais de 40% das placas protegidas. Conteúdo publicado originalmente em: monitordigital.com.br

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Associação x Cooperativas: Um estudo sobre suas principais diferenças

Por: Cassiano Silva Introdução Apresentaremos através do presente artigo os princípios que regem o associativismo em comparação ao cooperativismo, desmistificando alguns pontos em que a sociedade entabula como sendo idênticos, e determinando as principais diferenças operacionais para as atividades em tela. Ao longo do artigo serão abordados a forma de constituição, a definição legal, e os pontos essenciais da elaboração do estatuto social. Falaremos sobre a remuneração dos dirigentes, a responsabilidade da diretoria e dos associados, a destinação do resultado financeiro, e ainda sobre a escrituração contábil. Por fim, trataremos sobre os órgãos fiscalizadores e as obrigações tributárias e fiscais, dentre outros pontos mais relevantes. Dos benefícios 2.1 Associação Entre os benefícios de ser a entidade constituída na forma de associação, destacam-se o menor custo de registro, menor quantidade de fundadores, o gerenciamento simplificado, a imunidade e isenção de alguns impostos (dependendo da qualificação adquirida  – municipal, estadual ou federal), a possibilidade de se receber doações, e a maior facilidade de relacionamento com poder público, em qualquer uma das três esferas de poder. Em especial, as associações são menos fiscalizadas do que as cooperativas, o que pode ser visto como um benefício por conferir mais liberdade, mas que por outro lado, deixa as entidades sob maior risco de infrações legais parte dos diretores e associados. 2.2 Cooperativas Já em relação aos benefícios das cooperativas, destacam-se a ausência de vínculo empregatício entre a cooperativa e seus cooperados (igualam-se, contudo, às demais empresas em relação aos seus empregados); a existência de direitos societários (e não trabalhistas) por parte dos cooperados, e os direitos destes aos resultados financeiros da cooperativa. Cumpre ainda ressaltar que os direitos dos cooperados são definidos no estatuto social, que ainda trata dos seus benefícios. Contudo, existem regras gerais legalmente impostas que independem das deliberações sociais das entidades. As cooperativas são reguladas e fiscalizadas tanto pela OCB, quanto por suas unidades estaduais, que acompanham de perto os trabalhos das entidades, o que não ocorre com as associações, visto que não possuem um órgão fiscalizador específico. Uma das grandes diferenciais das cooperativas é sua forma de gestão contábil, que possui complexo sistema de controles, gerando dificuldades para seus cooperados, que na maioria das vezes se vêem obrigados a contratar um gestor externo, gerando custos adicionais para evitar problemas com os órgãos públicos e fiscalizadores. Nas cooperativas, tudo o que se refere a recursos financeiros é 100% fiscalizado e deve ser auditado, o que não ocorre no caso das associações.    Princípios 3.1 Do Associativismo Princípio da Adesão Voluntária e Livre: As associações são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas dispostas a aceitar as responsabilidades de associado, sem discriminação social, racial, política, religiosa ou de gênero. Princípio da Gestão Democrática pelos associados: As associações são organizações democráticas, controladas por seus associados, que participam ativamente no estabelecimento de suas políticas e na tomada de decisões, sendo os gestores eleitos pela maioria para atender às necessidade de todos. Princípio da Participação Econômica dos associados: Os associados contribuem de forma justa e controlam democraticamente as suas associações através de deliberação em assembleia geral. Princípio da Autonomia de Independência: As associações podem entrar em acordo operacional com outras entidades, inclusive governamentais, ou recebendo capital de origem externa, devem fazê-lo de forma a preservar seu controle democrático pelos sócios e manter sua autonomia. Princípio da Educação, Formação e Informação: As associações devem proporcionar educação e formação. Os dirigentes eleitos devem contribuir efetivamente para o seu desenvolvimento e da comunidade. Eles deverão informar o público em geral, particularmente os jovens e os líderes formadores de opinião, sobre a natureza e os benefícios da cooperação. Princípio da Interação: As associações atendem a seus sócios mais efetivamente e fortalecem o movimento associativista trabalhando juntas, através de estruturas locais, nacionais, regionais e internacionais. Interesse pela Comunidade: As associações trabalham pelo desenvolvimento sustentável de suas comunidades, municípios, regiões, estados e país através de políticas aprovadas por seus membros.   3.2 Do Cooperativismo Adesão voluntária e livre: São organizações voluntárias, abertas à participação de todos que estiverem dispostos em disponibilizar seus serviços e assumir responsabilidades como sócios. A pessoa deve conhecer e respeitar os acordos definidos no Estatuto da Cooperativa. Gestão democrática: As cooperativas são organizações democráticas e controladas pelos seus membros, que participam ativamente na criação das políticas internas, como também na tomada de decisões. Os cooperados elegem seus representantes e se reúnem em assembleias para discutirem e votarem os objetivos e metas do trabalho em conjunto. Participação econômica: Todos os membros participam da formação do capital social da cooperativa. Assim, todos também têm direito aos rendimentos da mesma quando estes forem colocados em partilha. Autonomia e independência: São organizações autônomas, controladas pelos próprios membros. Podendo firmar acordos com outras organizações ou recorrer ao capital externo, devendo assegurar nesses acordos os controle democrático pelos seus membros e manter a autonomia da cooperativa. Educação, formação e informação: A cooperativa promove a educação e formação dos seus membros, dos representantes eleitos e dos trabalhadores, de forma que estes possam contribuir, eficazmente, para o desenvolvimento de suas cooperativas. Além, de levar também a informação para o público em geral, em especial os jovens. Intercooperação: Fortalecimento do intercâmbio de informações, produtos e serviços entre as cooperativas viabilizando o setor da atividade socioeconômica. Compromisso com a comunidade: As cooperativas devem firmar um compromisso com a comunidade no sentido de trabalharem para o desenvolvimento sustentável desta.   No caso das associações, os associados não são exatamente os “donos” da instituição. São partícipes e interessados diretos, determinam juntos os caminhos a serem tomados, mas não participam dos resultados financeiro, que caso existam devem ser reaplicados nos objetivos da entidade. Ainda, no caso da dissolução da associação, o patrimônio deve ser destinado a outra instituição semelhante, e não aos associados, conforme determina a lei. Isso estimula um menor acompanhamento por parte dos associados dos trabalhos conduzidos pela diretoria das associações, visto que ainda que exista resultado (e em regra não há), não haverá partilha. Já quando os cooperados entregam produtos para a cooperativa revender ou prestam serviços

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