União Proteção Veicular

Proteção contra roubo, furto,
colisão e desastres naturais.

Associação de proteção veicular como mecanismo de inclusão social

Jéssica Walter Nurnberg Advogada da Kern & Oliveira Advogados Associados OAB/SC 49.907 – jessica@ko.adv.br Publicado em: notisul.com.br Com o crescimento econômico, o sonho de possuir um automóvel, seja um carro, uma motocicleta ou um caminhão, tornou-se realidade para muitas pessoas. Ocorre que, adquirir um veículo, o qual, na maioria das vezes, é o único bem da família, ou até mesmo, a ferramenta de trabalho desta, traz conforto, mas também traz preocupações. Além de existirem gastos com IPVA, combustível e manutenções, surge, ainda, a dúvida na escolha de um meio de proteger o veículo de situações como furtos e acidentes. Atualmente, as associações de proteção veicular vem sendo uma grande ferramenta de inclusão social do público excluído pelas seguradoras, os quais somente conseguiram proteger os bens adquiridos através das associações, em razão dos preços e condições de aceitação oferecido por elas. Isso porque as seguradoras estabelecem mecanismos de seleção de riscos não exigidos pelas associações, tais como, não aceitar clientes com restrições cadastrais, não aceitar veículos acima de dez anos de uso, não aceitar veículos importados acima de cinco anos de uso, exigir que o segurado seja o único motorista do veículo, determinar fatores para cálculo de risco, como a idade do condutor (menores de 26 anos possuem perfil de alto risco), se possui garagem em casa e no trabalho, e, ainda, o histórico de acidentes anteriores. São muitos fatores exigidos, e dependendo destes, as seguradoras recusam o veículo, ou, quando é aceito, fazem cálculos de riscos, e o prêmio a ser pago extrapola a capacidade econômica do cliente, principalmente no caso do caminhoneiro, que além de impossibilitar a contratação do seguro, dificulta a exploração autônoma do transporte de carga. Diante das dificuldades encontradas para a proteção de seus veículos, somados ao aumento da crise de segurança pública, o próprio público recusado pelas seguradoras buscaram alternativas de proteção veicular. Formada por um grupo de pessoas com o mesmo objetivo, qual seja, proteger seus veículos com um custo baixo, as associações promovem esta assistência por meio de contribuições e rateios mensais feitos pelos associados, dividindo o prejuízo destes, tendo como base o associativismo, o mutualismo e o princípio da livre associação. Além de proteção veicular em casos de acidentes, roubos e furtos, assistência 24 horas ao veículo cadastrado, serviços de guincho, de chaveiro, táxi, hospedagem e carro reserva, as associações contam também com benefícios e parcerias com diversas empresas, concedendo descontos em postos de combustíveis, cursos preparatórios, clínicas médicas, lojas de acessórios veicular, rastreador, serviços gerais para residências, auxílio jurídico, além de realizar eventos sociais para crianças carentes. Verifica-se, portanto, que as associações de proteção veicular foram constituídas como um instrumento de inclusão social daqueles não aceitos pelas seguradoras, a fim de trazer segurança e economia financeira aos seus associados.

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Outubro Rosa: Regionais apoiam a campanha

O mês de Outubro é dedicado à conscientização da luta contra o câncer de mama, com a campanha Outubro Rosa. Entendendo a importância da informação e divulgação desta campanha, todos os colaboradores das regionais da União Associação de Proteção Veicular fizeram uma ação interna para incentivar a causa. A campanha O câncer de mama é segundo tipo que mais acomete brasileiras, representando em torno de 25% de todos os cânceres que afetam o sexo feminino. Para o Brasil, foram estimados 59.700 casos novos de câncer de mama em 2019, com risco estimado de 56 casos a cada 100 mil mulheres. Os principais sinais e sintomas da doença são: caroço (nódulo), geralmente endurecido, fixo e indolor; pele da mama avermelhada ou parecida com casca de laranja, alterações no bico do peito (mamilo) e saída espontânea de líquido de um dos mamilos. Também podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou na região embaixo dos braços (axilas). Não há uma causa única para o câncer de mama. Diversos agentes estão relacionados ao desenvolvimento da doença entre as mulheres, como: envelhecimento (quanto mais idade, maior o risco de ter a doença), fatores relacionados à vida reprodutiva da mulher (idade da primeira menstruação, ter tido ou não filhos, ter ou não amamentado, idade em que entrou na menopausa), histórico familiar de câncer de mama, consumo de álcool, excesso de peso, atividade física insuficente e exposição à radiação ionizante. A prática de atividade física e de alimentação saudável, com manutenção do peso corporal adequado, estão associadas a menor risco de desenvolver câncer de mama: cerca de 30% dos casos podem ser evitados quando são adotados esses hábitos. A amamentação também é considerada um fator protetor. Informações: INCA

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7 DICAS SOBRE MANUTENÇÃO DOS FREIOS

Devo quebrar as bordas das pastilhas para reduzir o chiado? E o disco, faço uma retífica? Existe manutenção preventiva dos freios? Por: Diogo de Oliveira Fonte: Revista AutoEsporte Manter o sistema de freios em dia costuma ser tarefa simples. Via de regra, o manual do proprietário contém todas as informações técnicas e basta verificar os componentes a cada revisão, o que ocorre normalmente em intervalos de até 10 mil quilômetros. Mas é comum que surjam imprevistos, incômodos e até a oferta de serviços quando você leva o carro à oficina. O mais corriqueiro é a retífica do disco, que promete recuperar o componente a um valor acessível — custa menos da metade de um disco novo. Será que funciona? Segundo Leandro Vanni, engenheiro de serviços da rede DPaschoal, “se o serviço for necessário e a espessura (do disco) permitir a retífica, o ganho de frenagem vai compensar”. Na prática, a retífica elimina sulcos irregulares da superfície do metal, o que aumenta o ponto de contato com as pastilhas e torna a frenagem mais eficaz. A prática, porém, é controversa. Camilo Adas, conselheiro de tecnologia e mobilidade do futuro da SAE Brasil, só recomenda a retífica se a superfície estiver realmente irregular, e, ainda assim, diz que depende do caso. “Se houver trinca por carga térmica, por exemplo, pode ser pior”, alerta. Outro artifício comum é quebrar as bordas das pastilhas quando o conjunto (mesmo novo) apresenta chiado. A solução, porém, não é recomendada por Raulincon Silva, coordenador de assistência técnica da Cobreq, fabricante de pastilhas. “A solução não funciona com todos os carros e vai reduzir a área de contato das pastilhas com os discos, aumentando também o desgaste do componente”, explica. Confira abaixo sete dicas valiosas sobre manutenção dos freios: Troca de pastilhas: São as primeiras peças verificadas. Se estiverem gastas ou vitrificadas, é recomendado substituir imediatamente. E não se deve quebrar as bordas da face de contato. “Mais de 80% das reclamações é sobre ruídos. A solução (de quebrar as bordas) pode atenuar, mas não funciona com todos os modelos e o desgaste das pastilhas será maior”, salienta Raulinson Silva, coordenador de assistência técnica da Cobreq. Retífica de disco: Só vale fazer se a superfície estiver irregular. E deve-se observar a espessura do componente. Se estiver próximo do limite, a recomendação é substituir. No caso de trincas, substitua. “A retífica pode criar um desgaste maior. Fazer o serviço a cada troca de pastilha é uma grande bobagem”, alerta Camilo Adas, conselheiro da SAE Brasil. Trocar tambor por disco: Não é recomendado, exceto em carros de competição. Serviços feitos de forma inadequada também representam um risco de segurança, já que o veículo precisa ser testado e deve passar por ajustes. Essa troca modifica o comportamento dinâmico do carro e o resultado precisa ser conhecido em frenagens. A complexidade e o custo não compensam a mudança, que ainda pode atrapalhar a venda posterior do veículo. Peças paralelas: É bom evitar. O baixo custo pode seduzir, mas todo cuidado é pouco. “A recomendação é comprar sempre peças originais. É um custo/benefício bem perigoso. Hoje em dia, discos e pastilhas são certificados pelo Inmetro. Tem que buscar uma política de garantia clara dos componentes que serão instalados e do profissional que vai executar o serviço”, reforça Leandro Vanni, engenheiro da DPaschoal. Manutenção preventiva: Não existe quando se fala dos discos, pastilhas ou tubos de borracha. Ou os componentes precisam de substituição imediata, ou ainda estão bons para uso. Isso é determinado pelas espessuras dos discos e pastilhas. No caso das borrachas, quanto ao ressecamento mediante análise por técnico especializado. Prazo de revisão: O proprietário deve fazer uma inspeção visual e tátil dos discos, bem como a espessura das pastilhas – a rigor deve ser superior a meio centímetro. Fluido de freio: Também se deve ficar atento a ruídos anormais ou mudanças na sensibilidade e altura do pedal de freio. Isso pode ser um sinal de que o nível do fluido de freio está baixo. Por isso, ao abrir o capô, é importante observar a situação do fluido, que cai conforme o desgaste das pastilhas aumenta. Fora da garantia, é possível que a substituição precise ser feita anualmente. Isso varia de acordo com a utilização e graduação do fluido (DOT) escolhido pelo proprietário. Esse fluido tem propriedade higroscópica. Ou seja, tende a absorver umidade do ar — e essa água compromete sua eficiência, exigindo a sangria total e substituição.

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